DOU 04/09/2026 - Diario Oficial da Uniao - Brasil
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TEXTO OFICIAL · ÍNTEGRA
Seção 1
Nº 168, sexta-feira, 4 de setembro de 2026
ISSN 1677-7042
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Já quanto às condições de concorrência entre os produtos importados ou entre o produto objeto da investigação e o similar doméstico, não foi evidenciada nenhuma política que as afetasse.
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Assim, julgou-se apropriado avaliar cumulativamente os efeitos das importações de todas as origens investigadas.
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Para fins de apuração dos valores e das quantidades de resina PET importadas pelo Brasil em cada período da investigação de dano, foram utilizados os dados de importação fornecidos pela RFB e referentes ao subitem 3907.61.00 da NCM, no qual são comumente classificados tais produtos.
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Visando tornar a análise do valor das importações mais uniforme, considerando que o frete e o seguro, dependendo da origem considerada, têm impacto relevante sobre o preço de concorrência entre os produtos ingressados no mercado brasileiro, a análise foi realizada em base CIF e [RESTRITO] .
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As tabelas seguintes apresentam os volumes, valores e preços CIF das importações totais de resina PET, bem como suas variações, no período de investigação de dano à indústria doméstica:
| Importações Totais (em número-índice de t) [ R ES T R I T O ] |
||||
|---|---|---|---|---|
| P1 | P2 P3 P4 |
P5 | P1-P5 | |
| Malásia | 100,0 441,7 |
252,1 1277,5 2617,0 |
[ R ES T . ] | |
| Vietnã | 0,0 100,0 |
100,0 100,0 100,0 |
[ R ES T . ] | |
| Total (sob análise) |
100,0 638,8 |
583,9 2109,4 4132,1 |
[ R ES T . ] | |
| Omã | 100,0 230,3 |
242,3 94,0 157,7 |
[ R ES T . ] | |
| China | 100,0 110,3 |
1234,6 267,9 254,1 |
[ R ES T . ] | |
| Argentina | 100,0 116,8 |
34,1 37,9 49,8 |
[ R ES T . ] | |
| México | 100,0 49,9 |
47,8 43,8 122,4 |
[ R ES T . ] | |
| Espanha | 100,0 0,0 |
7366,6 240,0 1256,4 |
[ R ES T . ] | |
| Colômbia | 100,0 212,8 |
150,3 452,9 514,8 |
[ R ES T . ] | |
| Egito | 0,0 100,0 |
100,0 0,0 100,0 |
[ R ES T . ] | |
| Tailândia | 100,0 400,0 |
9400,0 4800,0 3000,0 |
[ R ES T . ] | |
| Demais Países(*) | 0,0 0,0 |
0,0 0,0 0,0 |
[ R ES T . ] | |
| Total (exceto sob análise) |
100,0 107,1 |
79,9 83,2 33,1 |
[ R ES T . ] | |
| Total Geral | 100,0 152,8 |
248,2 89,0 116,5 |
[ R ES T . ] | |
| (*) Demais Países: | Uruguai, Equador, Taipé Chinês, Portugal, Parag Alemanha, Costa Rica e Belarus. |
uai, Bangladesh, Coreia do Sul, Estados Unidos, Singapura, África do Sul, Bélgica, Países Baixos (Holanda), Itália, Índia, Su | íça, Turquia, França, Paquistão, Trinida | d e Tobago, Áustria, |
| Elaboração: DECOM Fonte: RFB |
Valor das Importações Totais (em número-índice de CIF USD x1.000) [ R ES T R I T O ] |
|||
| P1 | P2 P3 P4 |
P5 | P1-P5 | |
| Malásia | 100,0 442,8 |
420,2 1665,2 3085,9 |
[ R ES T . ] | |
| Vietnã | 0,0 100,0 |
100,0 100,0 100,0 |
[ R ES T . ] | |
| Total (sob análise) |
100,0 561,5 |
1034,7 2840,0 4891,1 |
[ R ES T . ] | |
| Omã | 100,0 228,7 |
390,8 142,9 178,3 |
[ R ES T . ] | |
| China | 100,0 100,8 |
1433,9 313,4 247,0 |
[ R ES T . ] | |
| Argentina | 100,0 108,4 |
49,9 51,1 57,8 |
[ R ES T . ] | |
| México | 100,0 47,6 |
65,8 64,0 133,3 |
[ R ES T . ] | |
| Espanha | 100,0 0,0 |
8785,2 336,9 1208,2 |
[ R ES T . ] | |
| Colômbia | 100,0 218,6 |
192,9 632,8 558,4 |
[ R ES T . ] | |
| Egito | 0,0 100,0 |
100,0 0,0 100,0 |
[ R ES T . ] | |
| Tailândia | 100,0 333,6 |
15307,8 6868,7 3397,1 |
[ R ES T . ] | |
| Demais Países(*) | 0,0 0,0 |
0,0 0,0 0,0 |
[ R ES T . ] | |
| Total (exceto sob análise) |
100,0 93,1 |
106,9 105,1 35,5 |
[ R ES T . ] | |
| Total Geral | 100,0 137,9 |
318,9 114,7 119,6 |
[ R ES T . ] | |
| (*) Demais Países: | Uruguai, Equador, Taipé Chinês, Portugal, Paragu Costa Rica e Belarus. |
ai, Bangladesh, Coreia do Sul, Estados Unidos, Singapura, África do Sul, Bélgica, Países Baixos (Holanda), Itália, Índia, Suíç | a, Turquia, França, Paquistão, Trinidad | e Tobago, Áustria, Alemanha, |
Elaboração: DECOM
Fonte: RFB| Preço das Importações Totais (em número-índice de CIF USD / t) [ R ES T R I T O ] |
||||
|---|---|---|---|---|
| P1 | P2 P3 P4 |
P5 P1-P5 |
||
| Malásia | 100,0 | 100,2 | 166,7 130,3 117,9 |
[ R ES T . ] |
| Vietnã | 0,0 | 100,0 | 100,0 100,0 100,0 |
[ R ES T . ] |
| Total | 100,0 | 87,9 | 177,2 134,6 118,4 |
[ R ES T . ] |
| (sob análise) | ||||
| Omã | 100,0 | 99,3 | 161,3 152,0 113,1 |
[ R ES T . ] |
| China | 100,0 | 91,4 | 116,1 117,0 97,2 |
[ R ES T . ] |
| Argentina | 100,0 | 92,7 | 146,1 134,8 115,9 |
[ R ES T . ] |
| México | 100,0 | 95,5 | 137,5 146,2 108,9 |
[ R ES T . ] |
| Espanha | 100,0 | 0,0 | 119,3 140,4 96,2 |
[ R ES T . ] |
| Colômbia | 100,0 | 102,7 | 128,3 139,7 108,5 |
[ R ES T . ] |
| Egito | 0,0 | 100,0 | 100,0 0,0 100,0 |
[ R ES T . ] |
| Tailândia | 100,0 | 83,4 | 162,8 143,1 113,2 |
[ R ES T . ] |
| Demais Países(*) | 0,0 | 0,0 | 0,0 0,0 0,0 |
[ R ES T . ] |
| Total (exceto sob análise) |
100,0 | 87,0 | 133,7 126,4 107,1 |
[ R ES T . ] |
| Total Geral | 100,0 | 90,2 | 128,4 128,9 102,7 |
[ R ES T . ] |
(*) Demais Países:-Uruguai, Equador, Taipé Chinês, Portugal, Paraguai, Bangladesh, Coreia do Sul, Estados Unidos, Singapura, África do Sul, Bélgica, Países Baixos (Holanda), Itália, Índia, Suíça, Turquia, França, Paquistão, Trinidad e Tobago, Áustria, Alemanha, Costa Rica e Belarus. Elaboração: DECOM
Fonte: RFB
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Observou-se que o volume das importações brasileiras das origens investigadas sofreu incremento da ordem de 538,8% de P1 para P2 e reduziu 8,6% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve aumento de 261,3% entre P3 e P4, e considerando o intervalo entre P4 e P5 houve novo crescimento, da ordem de 95,9%. Ao se considerar todo o período de análise, o volume das importações brasileiras de origem das origens investigadas revelou variação positiva de 4.032,1% em P5, comparativamente a P1.
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Com relação à variação de volume das importações brasileiras do produto das demais origens ao longo do período em análise, houve aumento de 52,8% entre P1 e P2 e de 62,4% entre P2 e P4. De P3 para P4 houve diminuição de 64,2%, e entre P4 e P5, o indicador aumentou em 30,9%. Ao se considerar toda a série analisada, o volume das importações brasileiras do produto das demais origens apresentou expansão de 16,5%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
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Avaliando a variação do volume total das importações brasileiras no período analisado, entre P1 e P2 verifica-se aumento de 72,3% e de 51,9% entre P2 e P3. Entre P3 e P4 houve redução de 35,1%, ao passo que entre P4 e P5 o indicador mostrou ampliação de 63,2%. Analisando-se todo o período, o volume total das importações brasileiras apresentou expansão da ordem de 177,2%, considerado P5 em relação a P1.
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Observou-se que o valor CIF (mil US$) das importações brasileiras das origens investigadas apresentou contínuos incrementos, da ordem de 461,5% de P1 para P2 e de 84,3% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve aumento de 174,5% entre P3 e P4, e considerando o intervalo entre P4 e P5 houve crescimento de 72,2%. Ao se considerar todo o período de análise, o valor CIF (mil US$) das importações brasileiras das origens investigadas revelou variação positiva de 4.791,1% em P5, comparativamente a P1.
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Com relação à variação de valor CIF (mil US$) das importações brasileiras do produto das demais origens ao longo do período em análise, houve aumento de 37,9% entre P1 e P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar ampliação de 131,2%. De P3 para P4 houve diminuição de 64,0%, e entre P4 e P5, o indicador aumentou 4,3%. Ao se considerar toda a série analisada, o valor CIF (mil US$) das importações brasileiras do produto das demais origens apresentou expansão de 19,6%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
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Avaliando a variação de valor CIF (mil US$) total das importações brasileiras no período analisado, entre P1 e P2 verifica-se aumento de 51,4% e de 125,7% entre P2 e P3, enquanto de P3 para P4 houve redução de 41,0%. Entre P4 e P5, o indicador mostrou ampliação de 34,8%. Analisando-se todo o período, o valor CIF (mil US$) total das importações brasileiras apresentou expansão da ordem de 171,5%, considerado P5 em relação a P1.
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Observou-se que o preço médio (CIF US$/t) das importações brasileiras das origens investigadas decresceu 12,1% de P1 para P2 e aumentou 101,6% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve decréscimo de 24,0% entre P3 e P4, e considerando o intervalo entre P4 e P5 houve diminuição de 12,1%. Ao se considerar todo o período de análise, o preço médio (CIF US$/t) das importações brasileiras das origens investigadas revelou variação positiva de 18,4% em P5, comparativamente a P1.
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Com relação à variação de preço médio (CIF US$/t) das importações brasileiras das demais origens ao longo do período em análise, houve redução de 9,8% entre P1 e P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar ampliação de 42,3%. De P3 para P4 houve crescimento de 0,4%, e entre P4 e P5, o indicador sofreu queda de 20,4%. Ao se considerar toda a série analisada, o preço médio (CIF US$/t) das importações brasileiras das demais origens apresentou expansão de 2,7%, considerado P5 em relação ao início do período avaliado (P1).
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Avaliando a variação do preço médio das importações brasileiras totais no período analisado, entre P1 e P2 verifica-se diminuição de 12,1%. É possível verificar ainda uma elevação de 48,6% entre P2 e P3, enquanto de P3 para P4 houve redução de 9,2%, e entre P4 e P5, o indicador revelou retração de 17,4%. Analisando-se todo o período, o preço médio das importações brasileiras totais apresentou retração da ordem de 2,1%, considerado P5 em relação a P1.
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