DOESP 11/09/2026 - Diario Oficial do Estado de Sao Paulo - Executivo Atos Normativos
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102/104 - Diário Oficial do Estado de São Paulo
Volume 136, nº 173, Caderno Executivo, Atos Normativos, sexta-feira, 11 de setembro de 2026
O candidato deverá comparecer à prova munido de lápis 6B, 3B e HB, lápis de cor, canetas esferográficas, apontador de lápis, tesoura, estilete e cola. Outros além destes são opcionais.
Atenção: Comparecer munido da cédula de identidade. A Vunesp fornecerá papel Canson A3. O uso dos materiais e sua adequação aos processos criativos será considerado para fins de avaliação. Encontram-se no site do Instituto de Artes (www. ia.unesp.br) a prova de habilidades do curso de Artes Visuais do Vestibular anterior, bem como informações adicionais para orientação de estudos aos candidatos.
A Prova de Habilidades Musicais terá dois componentes:
I) Prova de Teoria e Percepção Musical (avaliação presencial); II) Oficina de Prática Musical (avaliação presencial).
A nota final da Prova de Habilidades Musicais do curso de Licenciatura em Música será o resultado da média aritmética das notas dos dois componentes (provas I e II), com peso 1 para a prova I e peso 2 para a prova II. A nota mínima para classificação será de 30 pontos na avaliação da prova I, e de 50 pontos na avaliação da prova II. Cada prova terá a pontuação máxima de 100 pontos.
A prova de Teoria e Percepção Musical será dividida em duas etapas: Percepção Musical (Caderno 1); Teoria Musical (Caderno 2). A realização de cada etapa terá duração de 1 hora. Haverá um intervalo de 15 minutos entre as etapas. O candidato deverá comparecer à prova munido de caneta, lápis e borracha.
O objetivo da prova de Teoria e Percepção Musical é avaliar o conhecimento dos tópicos listados no Programa.
Serão considerados: identificação e análise áudio-perceptiva de parâmetros e estruturas musicais básicos; domínio dos elementos fundamentais da escrita musical.
Programa:
Parâmetros do som: altura, duração, timbre e intensidade; Intervalos; Escalas e tonalidades maiores e menores; Acordes e inversões; Compassos; Classificação da voz humana; Formas musicais básicas; Texturas; Timbres e naipes instrumentais;
Gêneros, períodos e estilos da história da música ocidental, repertório e compositores; Ditados rítmicos, melódicos e cadências harmônicas; Modos eclesiásticos; Análise harmônica.
Bibliografia:
BENNETT, Roy. Forma e estrutura na música. 3. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1986.
BENNETT, Roy. Instrumentos da orquestra. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985.
BENWARD, Bruce; KOLOSICK, J. Timothy. Ear training: a technique for listening. 6th ed. Boston: McGraw Hill, 2005.
BERKOWITZ, Sol; FONTRIER, Gabriel; KRAFT, Leo; SMALDONE, Edward; GOLDSTEIN, Perry. A new approach to sight singing. 5th ed. New York: Norton, 2011.
CARR, Maureen; BENWARD, Bruce. Percepção musical: leitura cantada à primeira vista. Tradução de Adriana Lopes da Cunha Moreira. São Paulo: Edusp; Campinas: UNICAMP, 2011.
COELHO, João Marcos (org.). Cem anos de música no Brasil: 1912- 2012. São Paulo: Andreato, 2015.
GRIFFITHS, Paul. A música moderna: uma história concisa e ilustrada de Debussy a Boulez. 2. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2011. GROUT, Donald Jay; PALISCA, Claude V. História da música ocidental. Tradução de Ana Luisa Faria. 6. ed. Lisboa: Gradiva, 2014. HINDEMITH, Paul. Treinamento elementar para músicos. 6. ed. São Paulo: Ricordi, 2004.
JACCHIERI, Hermes; PINTO, Theophilo. Notas introdutórias: exercícios de teoria musical. 3. ed. São Paulo: Theophilo A. Pinto, 2007. KIEFER, Bruno. História da música brasileira: dos primórdios ao início do século XX. 3. ed. Porto Alegre: Movimento, 1982. KIEFER, Bruno. História e significado das formas musicais: do moteto gótico à fuga do século XX. 6. ed. Porto Alegre: Movimento, 1981. KOSTKA, Stefan; PAYNE, Dorothy. Tonal Harmony: with an introduction to twentieth-century music. 4th ed. New York: McGraw Hill, 1999: cap. 3, p. 44-60; cap. 4, p. 61-72; cap. cap. 7, p. 105-123; 8, p. 124-143; cap. 9, p. 144-155. KRAFT, Leo. A new approach to ear training: a programmed course in melodic and harmonic dictation. 2th ed. New York: W. W. Norton, 1999. MED, Bohumil. Teoria da música. 4. ed. rev. e ampl. Brasília: MusiMed,
NEVES, José Maria. Música contemporânea brasileira. 2. ed. rev. ampl. por Salomea Gandelman. Rio de Janeiro: Contracapa, 2008.
A Oficina de Prática Musical será ministrada para grupos formados por até 25 candidatos e será dividida em duas partes:
-
Prática Coletiva (com 2h de duração);
-
Prática Individual (com cerca de 10 min. de duração).
Após a Prática Coletiva, os candidatos de cada grupo deverão estar disponíveis para aguardar no local até serem chamados para realizarem a sua respectiva Prática Individual.
Os candidatos participantes receberão até 50 pontos em cada uma das partes da Oficina de Prática Musical (Prática Coletiva e Prática Individual), totalizando até 100 pontos.
O objetivo da Oficina de Prática Musical é avaliar as habilidades técnicas básicas, a musicalidade e o potencial criativo dos candidatos ao curso de Licenciatura em Música, a partir da realização de atividades a serem organizadas pela banca avaliadora, com base nos seguintes parâmetros:
- Prática coletiva
1.1 Os candidatos, organizados em grupo, deverão realizar um conjunto de práticas musicais coletivas baseadas na escuta, na expressão vocal e corporal, e na utilização de instrumentos musicais, objetos sonoros e outros materiais característicos das práticas pedagógicas da oficina de música.
2.1 Cada candidato deverá apresentar uma música de livre escolha, do repertório erudito ou popular, com duração mínima de 1 min. e máxima de 3 min., a partir de uma das três alternativas:
MED, Bohumil. Teoria da música. 4. ed. rev. e ampl. Brasília: MusiMed,
NEVES, José Maria. Música contemporânea brasileira. 2. ed. rev. ampl. por Salomea Gandelman. Rio de Janeiro: Contracapa, 2008.
a) cantando a solo (sem acompanhamento instrumental ou vocal);
b) tocando um instrumento solo, sem cantar; ou
c) cantando e acompanhando a si próprio com um instrumento; uma A Prova de Composição será presencial e terá duração de 2 horas. O cópia impressa da partitura da música a ser executada deverá ser candidato deverá comparecer à prova com caneta, lápis e borracha. O entregue para a banca examinadora no momento da prova. objetivo é avaliar os conhecimentos do candidato em composição 2.2 Cada candidato deverá realizar um breve solfejo cantado, sem musical. acompanhamento instrumental ou vocal, a partir de um exercício de A banca examinadora avaliará os seguintes quesitos: leitura à primeira vista, a ser fornecido pela banca avaliadora no Conhecimento de formas e estruturas musicais; momento da prova. Conhecimento de procedimentos e técnicas de composição: Para as atividades da Prática Individual, um piano estará à disposição noções gerais de contraponto, cânones, tema e variações, do candidato, no local de realização da prova. Caso necessite de qualquer dodecafonismo; outro instrumento ou equipamento para a realização da prova, o Conhecimento de instrumentação: tessitura, timbre e candidato deverá providenciá-lo e levá-lo consigo. transposições; A banca examinadora avaliará os seguintes quesitos: Conhecimento de repertório; Prática coletiva: Conhecimento de conceitos ligados à história da composição • Musicalidade e expressão vocal (10 pontos); musical; • Musicalidade e expressão corporal (10 pontos); Potencial criativo. • Utilização de instrumentos e outros recursos materiais (10 pontos); Bibliografia: • Capacidade de criação musical coletiva (20 pontos). ADORNO, Theodor W. Filosofia da nova música. Tradução de Magda Prática individual: França. São Paulo: Perspectiva, 1974. • Música de livre escolha (40 pontos): desempenho técnico; BARRAUD, Henry. Para compreender as músicas de hoje. 3. ed. São expressividade; Paulo: Perspectiva, 1997. • Solfejo (10 pontos): acurácia rítmica; acurácia tonal. BERIO, Luciano. Entrevista sobre a música contemporânea. Tradução Bibliografia: de Álvaro Lorencini e Letizia Zini Nunes. Rio de Janeiro: Civilização FERNANDES, José Nunes. Mil e uma atividades de oficina de música: Brasileira, 1988. caderno de exercícios. Rio de Janeiro: Ed. do Autor, 2015. BOULEZ, Pierre. A música hoje. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 1986. FONTERRADA, Marisa Trench. de O. De tramas e fios: um ensaio sobre BOULEZ, Pierre. Apontamentos de aprendiz. São Paulo: Perspectiva, música e educação. São Paulo: Editora Unesp, 2005. 1995. MATEIRO, Teresa; ILARI, Beatriz (org.). Pedagogias em educação JEPPESEN, Knud. Contraponto: o estilo polifônico vocal do século XVI. musical. Curitiba: Ibpex, 2011. Trad. Carin Zwilling e Leonel Maciel Filho. São Paulo: Kindle Edition, 2017. SCHAFER, Raymond Murray. Educação sonora: 100 exercícios de escuta E-book. e criação de sons. Tradução de Violeta Hemsy de Gainza. São Paulo: LEIBOWITZ, René. Schoenberg. São Paulo: Perspectiva, 1981. Melhoramentos, 2009. MENEZES, Flo. A acústica musical em palavras e sons. São Paulo: Ateliê 5. Prova de Habilidades Específicas do curso de Bacharelado em Editorial, 2004. Música - Habilitação em Composição (IA/SP) MENEZES, Flo. Apoteose de Schoenberg: tratado sobre as entidades A Prova de Habilidades Musicais terá dois componentes: harmônicas. 2. ed. rev. e ampl. São Paulo: Ateliê Editorial, 2002. I) Prova de Teoria e Percepção Musical (avaliação presencial); MENEZES, Flo. Atualidade estética da música eletroacústica. São II) Prova de Composição (avaliação presencial). Paulo: Ed. Unesp, 1999. A nota final da Prova de Habilidades Musicais será o resultado da MENEZES, Flo. Matemática dos afetos: tratado de (re)composição média ponderada das notas dos dois componentes (Provas I e II), com musical. São Paulo: Edusp, 2013. peso 1 para a Prova I e peso 2 para a Prova II. A nota mínima para MENEZES, Flo. Música eletroacústica: história e estéticas. 2. ed. São classificação será de 30 pontos para a Prova 1 e de 50 pontos para a Prova Paulo: Edusp, 2009. 2. Cada prova terá como pontuação máxima 100 pontos. PISTON, Walter. Orquestación. Madrid: Real Musical, 1984. I – PROVA DE TEORIA E PERCEPÇÃO MUSICAL SCHOENBERG, Arnold. Fundamentos da composição musical. 3. ed. A prova de Teoria e Percepção Musical será dividida em duas etapas: São Paulo: Edusp, 1996. Percepção Musical (Caderno 1); Teoria Musical (Caderno 2). A realização de SCHOENBERG, Arnold. Harmonia. São Paulo: Ed. UNESP, 2001. cada etapa terá duração de 1 hora. Haverá um intervalo de 15 minutos STRAUS, Joseph Nathan. Introdução à teoria pós-tonal. 3. ed. São entre as etapas. O candidato deverá comparecer à prova munido de Paulo: Ed. da UNESP; Salvador: EDUFBA, 2013. caneta, lápis e borracha. STRAVINSKI, Igor. Poética musical em 6 lições. Rio de Janeiro: Jorge O objetivo da prova de Teoria e Percepção Musical é avaliar o Zahar, 1996. conhecimento dos tópicos listados no Programa. WEBERN, Anton. O caminho para a música nova. São Paulo: Novas Serão considerados: identificação e análise áudio-perceptiva de Metas, 1984. parâmetros e estruturas musicais básicos; domínio dos elementos Os livros encontram-se disponíveis na biblioteca do Instituto de fundamentais da escrita musical. Artes. Programa: 6. Prova de Habilidades Específicas do curso de Bacharelado em Parâmetros do som: altura, duração, timbre e intensidade; Música - Habilitação em Regência (IA/SP) Intervalos; A Prova de Habilidades Musicais terá dois componentes: Escalas e tonalidades maiores e menores; I) Prova de Teoria e Percepção Musical (avaliação presencial); Acordes e inversões; II) Prova de Regência (avaliação presencial) Compassos; A nota final da Prova de Habilidades Musicais será o resultado da Classificação da voz humana; média ponderada das notas dos dois componentes (provas I e II), com Formas musicais básicas; peso 1 para a prova I e peso 2 para a prova II. A nota mínima para Texturas; classificação será de 30 pontos para a Prova 1 e de 50 pontos para a Prova Timbres e naipes instrumentais; 2. Cada prova terá como pontuação máxima 100 pontos. Gêneros, períodos e estilos da história da música ocidental, I – PROVA DE TEORIA E PERCEPÇÃO MUSICAL repertório e compositores; A prova de Teoria e Percepção Musical será dividida em duas etapas: Ditados rítmicos, melódicos e cadências harmônicas; Percepção Musical (Caderno 1); Teoria Musical (Caderno 2). A realização de Modos eclesiásticos; cada etapa terá duração de 1 hora. Haverá um intervalo de 15 minutos Análise harmônica. entre as etapas. O candidato deverá comparecer à prova munido de Bibliografia: caneta, lápis e borracha. BENNETT, Roy. Forma e estrutura na música. 3. ed. Rio de Janeiro: Jorge O objetivo da prova de Teoria e Percepção Musical é avaliar o Zahar, 1986. conhecimento dos tópicos listados no Programa. BENNETT, Roy. Instrumentos da orquestra. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, Serão considerados: identificação e análise áudio-perceptiva de 1985. parâmetros e estruturas musicais básicos; domínio dos elementos fundamentais da escrita musical.
BENWARD, Bruce; KOLOSICK, J. Timothy. Ear training: a technique for listening. 6th ed. Boston: McGraw Hill, 2005.
Programa:
Parâmetros do som: altura, duração, timbre e intensidade; Intervalos; Escalas e tonalidades maiores e menores; Acordes e inversões; Compassos; Classificação da voz humana; Formas musicais básicas;
BERKOWITZ, Sol; FONTRIER, Gabriel; KRAFT, Leo; SMALDONE, Edward; GOLDSTEIN, Perry. A new approach to sight singing. 5th ed. New York: Norton, 2011.
CARR, Maureen; BENWARD, Bruce. Percepção musical: leitura cantada à primeira vista. Tradução de Adriana Lopes da Cunha Moreira. São Paulo: Edusp; Campinas: UNICAMP, 2011.
COELHO, João Marcos (org.). Cem anos de música no Brasil: 1912- 2012. São Paulo: Andreato, 2015.
Texturas; Timbres e naipes instrumentais; Gêneros, períodos e estilos da história da música ocidental, repertório e compositores; Ditados rítmicos, melódicos e cadências harmônicas; Modos eclesiásticos; Análise harmônica. Bibliografia:
GRIFFITHS, Paul. A música moderna: uma história concisa e ilustrada de Debussy a Boulez. 2. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2011. GROUT, Donald Jay; PALISCA, Claude V. História da música ocidental. Tradução de Ana Luisa Faria. 6. ed. Lisboa: Gradiva, 2014.
HINDEMITH, Paul. Treinamento elementar para músicos. 6. ed. São Paulo: Ricordi, 2004.
JACCHIERI, Hermes; PINTO, Theophilo. Notas introdutórias: exercícios de teoria musical. 3. ed. São Paulo: Theophilo A. Pinto, 2007. KIEFER, Bruno. História da música brasileira: dos primórdios ao início do século XX. 3. ed. Porto Alegre: Movimento, 1982.
BENNETT, Roy. Forma e estrutura na música. 3. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1986.
BENNETT, Roy. Instrumentos da orquestra. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,
KIEFER, Bruno. História e significado das formas musicais: do moteto gótico à fuga do século XX. 6. ed. Porto Alegre: Movimento, 1981.
BENWARD, Bruce; KOLOSICK, J. Timothy. Ear training: a technique for listening. 6th ed. Boston: McGraw Hill, 2005.
KOSTKA, Stefan; PAYNE, Dorothy. Tonal Harmony: with an introduction to twentieth-century music. 4th ed. New York: McGraw Hill, 1999: cap. 3, p. 44-60; cap. 4, p. 61-72; cap. cap. 7, p. 105-123; 8, p. 124-143; cap. 9, p. 144-155.
BERKOWITZ, Sol; FONTRIER, Gabriel; KRAFT, Leo; SMALDONE, Edward; GOLDSTEIN, Perry. A new approach to sight singing. 5th ed. New York: Norton, 2011.
KRAFT, Leo. A new approach to ear training: a programmed course in melodic and harmonic dictation. 2th ed. New York: W. W. Norton, 1999.
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