DOESP 16/09/2026 - Diario Oficial do Estado de Sao Paulo - Executivo Atos de Pessoal
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TEXTO OFICIAL · ÍNTEGRA
| maior de e casos de 168/222 - Diário Oficial do Estado de São Paulo |
Volume 136, nº 1 Ã TÓR Á |
77, Caderno Executivo, máxi da |
Atos de Pessoal, quarta-fe | ira, 16 de setembro de 2026 ano |
|
|---|---|---|---|---|---|
| nível de complex Alta Co gravidade.Internações para procedimentos cirúrgicos de |
O IA MIN GI N |
mo 10 Qual idad |
s.Ap rese |
||
| idade apenas mpl exi alta complexidade.Atendimento de emergência para casos |
ÍMA A S |
pont os) e ONA |
ntaç ão |
||
| de um dos serviços próprios ou sob gestão da dad e graves.Internações para procedimentos cirúrgicos de alta complexidade.Atendimento de emergência para casos graves. Exames de diagnóstico mais avançados, como ressonância magnética, |
3.1 Quali fcaç ão do corp 3.1.1 Dout orad o, Mest d |
Cert ifca do de um |
nível 2 3.2.4 Acre dita ção d |
da Cert ifca ção váli da |
|
| entidad tomografa computadorizada e |
o direti rao ou |
dos | e Siste |
||
| e - exames laboratoriais |
vo da Espe |
me |
ma | ||
| máximo 15 especializados e tratamentos clínicos (rádio, hemodiálise e |
entid ade, ciali zaçã |
mbr os |
da Qual |
||
| pontos) quimio). Algumas |
const o |
do Cor |
idad | ||
| especialidades médicas, como dili ii |
ante em |
A qualifcação do corpo diretivo é importante po |
e | ||
| carooga, neurocrurga, bariátrica e etc. |
no estat Adm inist |
para o bom funcionamento e a efcácia da instituição de saúde. Os membros do corpo dire tivo |
ONA nível |
||
| 212 Unidade Hospitalar de Média Complexidade: As unidades |
uto (Dem onstr raçã o Públ |
1 0 diretivo são responsáveis por estabelecer diretrizes estratégicas, tomar decisões e garantir prev isto 1 0 |
3, CAR F ou 1 0 |
||
| .. Gerenci amento de hospitalares de média complexidade são estruturas dentro do sistema de saúde que oferecem uma gama intermediária de serviços médicos e assistência à saúde. Elas ocupam uma |
ar o mem bro ica, Gest ão |
a conformidade com regulamentos e padrões de qualidade. no Esta tuto |
qual quer Acre |
||
| Unidad e 1 0 posição entre as unidades de baixa complexidade e as unidades hospitalares de alta complexidade. Internações para procedimentos cirúrgicos de média complexidade |
de maio em Saú |
, aco m |
dita ção |
||
| Hospita . Atendimento de emergência para casos não tão |
r de, |
p anh |
Inter |
||
| lar de Média graves.Tratamento de condições clínicas comuns e algumas condições crônicas.Exames de diagnóstico de imagem. |
quali fcac Adm inist |
ado da |
naci onal |
||
| Comple xidade Algumas especialidades médicas, como cardiologia, |
ao - ái raçã |
Ata | reco h |
||
| pneumologia, gastroenterologia, entre outras. | mx mo o Hos |
de | ne cida |
||
| 2.1.3 Gerenci amento Unidade Hospitalar de Baixa Complexidade: Estrutura dentro do sistema de saúde que oferece serviços básicos e essenciais de cuidados médicos e assistência à saúde Essas |
10 pont os) pital ar. |
elei ção. |
pela ISQ UA |
||
| de Unidad . unidades são projetadas para lidar com casos menos graves e condições médicas mais simples, proporcionando |
3.2 Gest |
O serviço próprio ou sob gestão da entidade, deverá atender como um todo a uma série de Cert ifca 5 |
TOTAL (máximo) 2 0 |
||
| e 5 atendimento primário e serviços de saúde preventivos.Postos |
ão | , critérios defnidos pela organização acreditadora do |
4 MODELO ASSIS | ENCIAL | |
| Hospita lar de Baixa de saúde, centros de saúde da família, unidades básicas de saúde, policlínicas, unidades de prontoatendimento de |
da Quali |
nacional ou internacional, que abrangem áreas como gestão da qualidade, segurança do váli do |
. Descrição: O conceit estrutura organizaci |
o de modelo assistencial nal aos rocessos e às |
hospitalar refere-se à ráticas adotadas or |
| Comple xidade menor porte e clínicas especializadas em atenção primária em saúde. |
dade (Dem onstr |
paciente, gestão de processos, infraestrutura, recursos humanos e comunicação. Não serão considerados prestadoras de serviços de saúde por dois ano |
um hospital para for Elementos chaves: O protocolos e diretriz |
, p necer cuidados de saúde rganização e gestão, equi es clínicas, foco no pacien |
p aos pacientes. pe multidisciplinar, te (cuidado centrado |
| 2.2.1 |
ar o maio r |
ou unidades de negócio individualizadas dentro da instituição hospitalar, com por exemplo: Servios de Hemoteraia Servios Laboratoriais s. Apr ese |
no paciente), continu contínua. |
idade dos cuidados, aval |
iação e melhoria |
| Gerenci |
nível 321 |
ç p; ç ; Serviços de Nefrologia e Terapia Renal ntaç |
LI | ||
| amento de unidade de saúde por dez anos ou 1 5 |
de Acre ditaç ão de apen .. Acre dita ção de Siste ma |
2 Substitutiva; Serviços de Diagnóstico por Imagem, Radioterapia e Medicina Nuclear; Serviços Ambulatoriais; Serviços de Pronto Atendimento; Serviços de Atenção Domiciliar; Serviços Oncológicos; Serviços de Medicina Hiperbárica; Serviços de Anatomia Patológica; ão da Cert ifca ção váli |
CRITÉRIO ITEM | P O N T U A Ç DESCRIÇÃO DO ITEM |
DOCUMENTAÇÃO COMPROBATÓRIA MINÍMA MI TE D E PÁ GI |
| mais. 2.2.2 |
as um da Qual |
Serviços de Atenção Primária à Saúde; Serviços de Atendimento Pré-Hospitalar e Transporte da |
à O |
N A S |
|
| Gerenci | dos servi idad e |
Inter-hospitalar; Serviços Odontológicos; Servios de TelemedicinaNível 1 - Acreditado A |
|||
| 2.2 Tempo de experiência da entidade em Refere-se ao período de tempo que uma instituição ou Convênio ou Contrato de Gestão de amento de unidade |
ços próp rio ONA nível 1 |
ç . organização de saúde cumpre ou supera, em 70% ou mais, os padrões de qualidade e segurança defnidos pela ONA. São avaliadas |
4.1 Organiza ção dos Serviços 4.1.1 Demonst rar a organizaç |
A organização dos | 80 |
| gerenciamento de serviços de organização acumulou em termos de gestão e uma unidade sob gestão da de saúde |
ou sob |
todas as áreas de atividades da instituição, incluindo aspectos estruturais e assistenciais. Cert ifca |
Assistenc iais ão dos serviços |
serviços e o desenho dos fuxos |
|
| saúde administração de serviços OSS ou por eríodo 1 0 |
gestã | Nível 2 - Acreditado Pleno A organização precisa do |
(Demons e |
assistenciais em um |
At d |
| (Demonstrar o maior tempo de de saúde. Esse tempo de experiência é um publicação do DOE. 1 p igual ou superior |
o da entid |
atender a dois critérios: cumprir ou superar, em 80% ou mais, os padrões de qualidade e váli do por |
trar os compone desenhos dos |
hospital são elementos essenciai |
s presenar jornaa do paciente, protocolos e |
| gerenciamento indicador importante da Deverá ser 0 a 5 anos |
ade - ái |
segurança; cumprir ou superar, em 70% ou mais, i dois |
ntes do fuxos |
1 para garantir uma |
diretrizes clínicas, |
| apenas de um dos serviços próprio ou sob gestão da capacidade da entidade em fornecer cuidados de saúde de qualidade, implementar práticas obervado o período de vigência que comprove o e inferior a 10 |
mx mo 10 pont |
os padrões ONA de gestão ntegrada, com processos ocorrendo de maneira fuida e plena comunicação entre as atividades.Nível 3 - Acreditado com Excelência ou outra certifcação ano s.Ap rese |
modelo assistenc ial dos servios assistenc iais, contempl ando |
0 prestação de cuidado de saúde efciente e de qualidade. Isso inclui a |
s linhas de cuidado, identifcação dos riscos e |
entidade - efcazes de gestão e lidar prazo de anos. |
os) | internacional A organização precisa atender a ntaç |
ç próprio linhas de |
implementação de |
gerenciamento, etc. |
máximo 15 com desafos específcos gestão 2.2.3 |
32 322 |
três critérios: cumprir ou superar, em 90% ou ão |
ou sob cuidado |
linhas de cuidado e a |
|
| pontos) do setor de saúde. initerrupta. Gerenci amento |
. Gest ão .. Selo de |
mais, os padrões de qualidade e segurança; cumprir ou superar, em 80% ou mais, os padrões da cert |
gestão da e Gestão de |
gestão de riscos assistenciais. |
|
| de |
da Conf |
de gestão integrada; cumprir ou superar, em 70% ifca ão |
entidade Riscos |
||
| unidade de |
Quali dade ormi dad |
ou mais, os padrões ONA de Excelência em Gestão, demonstrando uma cultura ç váli da |
implanta dos - Assistenc iais |
||
| saúde or 5 |
(Dem e do |
organizacional de melhoria contínua com maturidade institucional . |
máximo 4.1.2 |
1 Política de qualidade |
é Apresentar |
| p período |
onstr Prog |
. | 60 t) Descreve |
0 um conjunto de |
defnição e |
| superior a 03 |
ar o maio ram a CH |
ponos r a Política |
diretrizes e procedimentos |
formalização dos protocolos clínicos, |
|
| anos e | r nível Q - |
de i |
estabelecidos por um iiiã ú |
a implantação das iõ |
|
| inferiror | de Com |
4 | Qualdad e |
nsttuço de sade ara arantir ue os |
comsses de ualidade e |
| a 05 anos |
Acre ditaç pro miss |
Assistenc ial com |
p g q cuidados prestados aos pacientes sejam |
q segurança, auditoria clínica auditoria de |
|
| TOTAL (máximo) 3 0 |
ão de o com |
defnição e |
seguros, efcazes, centrados no |
, processos (comissão interna |
|
| 3. MODELO DE GESTÃO Descrição: Visando o Modelo de Gestão | apen a |
formaliza | paciente e baseados | para manutenção | |
Hospitalar de Qualidade, este modelo enfatiza a importância da excelência em todos os aspectos da gestão hospitalar, incluindo |
as um Qual idad |
ção de protocolo |
em evidências. Esta política é essencial |
dos padrões de qualidade), etc. Para |
|
| liderança, processos, pessoas e resultados. São adotadas práticas de |
dos i e H |
s, |
para promover a |
comprovação da |
|
| melhoria contínua e a participação de todos os funcionários é |
serv os os pital |
implanta ã d |
melhoria contínua da lidd d i |
atuação de cada Ciã dã |
|
| incentivada. CRITÉ ITEM P DESCRIÇÃO DO ITEM DOC LI |
ç próp rio ar |
ço e Comissõe s de |
quaae os servç de saúde. |
s omsso evero ser encaminhadas: a última ata do ano |
|
| RIO O N UME NTA M IT |
ou sob 3.2.3 Acre dita |
6 Cert ifca do |
Qualidad e e |
vigente e a última do ano anterior. |
|
| T U ÇÃO CO E D |
gestã o da ção de |
váli do |
Seguranç a do |
||
| A Ç MPR OBA E P |
entid ade - Siste ma |
por três |
Paciente e |
||
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