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Diário Oficial da União · 24/09/2026 · pág. 25

DOU 24/09/2026 - Diario Oficial da Uniao - Brasil

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TEXTO OFICIAL · ÍNTEGRA

Seção 1

Nº 181, quinta-feira, 24 de setembro de 2026

ISSN 1677-7042

  1. Com relação à variação de volume das importações brasileiras do produto das demais origens ao longo do período em análise, houve redução de 84,0% entre P1 e P2, enquanto de P2 para P3 detectou-se ampliação de 38,7%. De P3 para P4, houve crescimento da ordem de 318,3%, e entre P4 e P5, o indicador sofreu queda, de 13,9%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de volume das importações brasileiras do produto das demais origens apresentou contração de 20,2%, considerando P5 em relação ao início do período avaliado (P1).

  2. Avaliando a variação do volume total de importações brasileiras no período analisado, entre P1 e P2, verifica-se aumento de 76,6%, redução de 68,1% entre P2 e P3, e novo crescimento de 143,3% de P3 para P4. Entre P4 e P5 o indicador revelou acréscimo de 3,0%. Analisando-se todo o período, o volume de importações brasileiras totais apresentou aumento da ordem de 41,4%, considerando P5 em relação a P1. 189. Visando tornar a análise do valor das importações mais uniforme e considerando que o frete e o seguro internacionais, dependendo da origem considerada, têm impacto relevante sobre o preço de concorrência entre os produtos ingressados no mercado brasileiro, a análise foi realizada em base CIF. [RESTRITO]. 190. As tabelas a seguir apresentam a evolução do valor total e do preço CIF das importações de magnésio metálico em formas brutas no período de análise de indícios de continuação/retomada do dano à indústria doméstica.

Valor das Importações Totais (em CIF US$ x1.000)

[ R ES T R I T O ]
. .P1 .P2 .P3 .P4 .P5 P1-P5
.China .100,0 .1369,6 .160,1 .203,4 .261,4 [ R ES T . ]
.Total (sob análise) .100,0 .1369,6 .160,1 .203,4 .261,4 [ R ES T . ]
.Israel .100,0 .34,6 .26,2 .97,8 .65,0 [ R ES T . ]
.Turquia .100,0 .34,2 .0,0 .2,0 .181,6 [ R ES T . ]
.Hong Kong
.0,0 .100,0 .0,0 .176,7 .285,5 [ R ES T . ]
.Índia .0,0 .100,0 .45906,9 .143087,3 .42972,1 [ R ES T . ]
.Espanha .0,0 .100,0 .43,2 .64,8 .15,3 [ R ES T . ]
.Outras(*) .100,0 .4939,2 .75,8 .7986,7 .25,1 [ R ES T . ]
.Total (exceto sob análise) .100,0 .38,7 .27,5 .101,5 .84,8 [ R ES T . ]
.Total Geral .100,0 .323,7 .55,9 .123,3 .122,6 [ R ES T . ]

Elaboração: DECOM. Fonte: RFB.

Demais países: Alemanha, Áustria, Bahrein Ilhas, Estados Unidos, Itália, Japão, México.

  1. Observou-se que o indicador de valor CIF das importações brasileiras da origem investigada cresceu 1.269,6% de P1 para P2 e diminuiu 88,3% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve aumento de 27,0% entre P3 e P4, e considerando o intervalo entre P4 e P5, houve novo acréscimo de 28,5%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de valor CIF das importações brasileiras da origem investigada revelou variação positiva de 161,4% em P5, comparativamente a P1.

  2. Com relação à variação de valor CIF das importações brasileiras do produto das demais origens ao longo do período em análise, houve reduções sucessivas de 61,3% entre P1 e P2, e de 29,1%, de P2 para P3, enquanto de P3 para P4 detectou-se ampliação de 269,4%. Entre P4 e P5, o indicador sofreu queda de 16,5%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de valor CIF das importações brasileiras do produto das demais origens apresentou contração de 15,2%, considerando P5 em relação ao início do período avaliado (P1).

  3. Avaliando a variação de valor CIF total das importações brasileiras no período analisado, entre P1 e P2 verifica-se acréscimo de 223,7%. É possível verificar ainda uma retração de 82,7%, entre P2 e P3, enquanto de P3 para P4 houve crescimento de 120,7%, e entre P4 e P5, o indicador revelou retração de 0,6%. Analisando-se todo o período, o valor CIF total das importações brasileiras apresentou aumento da ordem de 22,6%, considerando P5 em relação a P1.

Preço das Importações T
[ R ES T R I
otais (em CIF US$/t)
T O ]
. .P1 .P2 .P3 .P4 .P5 P1-P5
.China .100,0 .130,6 .66,1 .53,6 .54,9 [ R ES T . ]
.Total (sob análise) .100,0 .130,6 .66,1 .53,6 .54,9 [ R ES T . ]
.Israel .100,0 .271,6 .130,9 .117,7 .115,3 [ R ES T . ]
.Turquia .100,0 .159,0 .0,0 .102,4 .92,5 [ R ES T . ]
.Hong Kong .0,0 .100,0 .0,0 .37,7 .33,8 [ R ES T . ]
.Índia .0,0 .100,0 .7,4 .6,4 .5,5 [ R ES T . ]
.Espanha .0,0 .100,0 .74,3 .54,9 .55,3 [ R ES T . ]
.Outras(*) .100,0 .21,5 .7582,7 .1,6 .369,5 [ R ES T . ]
.Total (exceto sob análise) .100,0 .242,2 .123,9 .109,4 .106,2 [ R ES T . ]
.Total Geral .100,0 .183,3 .99,0 .89,8 .86,7 [ R ES T . ]

Elaboração: DECOM. Fonte: RFB. Demais países: Alemanha, Áustria, Bahrein Ilhas, Estados Unidos, Itália, Japão, México.

  1. Observou-se que o indicador de preço médio (CIF US$/t) das importações brasileiras da origem investigada aumentou 30,6% de P1 para P2 e diminuiu 49,4% de P2 para P3. Nos períodos subsequentes, houve redução de 18,8% entre P3 e P4, e, considerando o intervalo entre P4 e P5, houve acréscimo, de 2,4%. Ao se considerar todo o período de análise, o indicador de preço médio (CIF US$/kg) das importações brasileiras da origem investigada revelou variação negativa de 45,1% em P5, comparativamente a P1.

  2. Com relação à variação de preço médio (CIF US$/t) das importações brasileiras das demais origens ao longo do período em análise, houve aumento de 142,2% entre P1 e P2, enquanto de P2 para P3 é possível detectar retração de 48,9%. De P3 para P4, houve diminuição de 11,7%, e entre P4 e P5, o indicador sofreu queda de 2,9%. Ao se considerar toda a série analisada, o indicador de preço médio (CIF US$/t) das importações brasileiras das demais origens apresentou aumento de 6,2%, considerando P5 em relação ao início do período avaliado (P1).

  3. Avaliando a variação do preço médio das importações brasileiras totais no período analisado, entre P1 e P2, verifica-se aumento de 83,3%. É possível verificar sucessivas quedas de 46,0%, entre P2 e P3, de 9,3% de P3 para P4, e, por fim, de 3,5%, entre P4 e P5. Analisando-se todo o período, o preço médio das importações brasileiras totais apresentou contração da ordem de 13,3%, considerando P5 em relação a P1.

6.2. Do mercado brasileiro e da evolução das importações

  1. Primeiramente, destaque-se que não houve consumo cativo por parte da indústria doméstica e assim o consumo nacional aparente (CNA), e o mercado brasileiro de magnésio metálico em formas brutas se equivalem. A peticionária informou, ainda, que não realizou serviço de industrialização para terceiros (tolling) durante o período de investigação de indícios de dano.

  2. Ademais, conforme tratado no item 3, a Rima Industrial S.A. é a única produtora nacional do produto similar doméstico.

  3. Para dimensionar o mercado brasileiro de magnésio metálico em formas brutas foram consideradas as quantidades vendidas, de fabricação própria, no mercado interno pela indústria doméstica, líquidas de devoluções e reportadas pela peticionária, bem como as quantidades importadas apuradas com base nos dados de importação fornecidos pela RFB, apresentadas no item anterior.

Do Mercado Brasileiro e da Evolução das Importações (em t) [ R ES T R I T O ]

.
.P1
Mercado Brasileiro
.P2
.P3
.P4
.P5
P1-P5
.Mercado Brasileiro {A+B+C} .100,0 .139,7 .85,4 .129,7 .125,9 [ R ES T . ]
.A. Vendas Internas-Indústria Doméstica .100,0 .97,4 .118,6 .121,1 .108,2 [ R ES T . ]
.C. Importações Totais .100,0 .176,6 .56,4 .137,3 .141,4 [ R ES T . ]
.C1. Importações-Origem sob Análise .100,0 .1049,0 .242,4 .379,2 .476,2 [ R ES T . ]
.C2. Importações-Outras Origens .100,0 .16,0 .22,2 .92,7 .79,8 [ R ES T . ]
Participação no Mercado Brasileiro
.Participação das Vendas Internas da Indústria Doméstica {A/(A+C)} .100,0 .69,8 .138,8 .93,4 .85,9 [ R ES T . ]
.Participação das Importações Totais {C/(A+C)} .100,0 .126,5 .66,0 .105,8 .112,3 [ R ES T . ]
.Participação das Importações-Origem sob Análise {C1/(A+C)} .100,0 .751,2 .283,7 .292,3 .378,2 [ R ES T . ]
.Participação das Importações-Outras Origens {C2/(A+C)} .100,0 .11,4 .25,9 .71,5 .63,4 [ R ES T . ]
Represe
ntatividade das Importações da Origem so
b Análise
.Participação no Mercado Brasileiro {C1/(A +C)} .100,0 .751,2 .283,7 .292,3 .378,2 [ R ES T . ]
.Participação nas Importações Totais {C1/C} .100,0 .594,0 .429,7 .276,3 .336,7 [ R ES T . ]
.F. Volume de Produção Nacional {F1} .100,0 .95,7 .206,1 .157,7 .168,0 [ R ES T . ]
.Relação com o Volume de Produção Nacional {C1/F} .100,0 .1095,7 .117,6 .240,4 .283,4 [ R ES T . ]
Elaboração: DECOM
Fonte: RFB e Indústria Doméstica
  1. Observou-se que o mercado brasileiro aumentou 39,7% de P1 para P2, refletindo o aumento de 949,0% do volume de importações da origem sob análise e o recuo de 2,6% das vendas internas da indústria doméstica, enquanto o volume das importações das outras origens teve diminuição de 84,0%. De P2 para P3, o indicador diminuiu 38,8%, em cenário de diminuição do volume de importações da origem sob análise (-76,9%) e aumento das vendas da indústria doméstica (+21,7%) e das importações das demais origens (+38,7%).

  2. Nos períodos subsequentes, houve aumento de 51,9% entre P3 e P4 e redução de 3,0% considerando o intervalo entre P4 e P5. Entre P3 e P4 os volumes de vendas da indústria doméstica, as importações da origem investigada e das demais origens revelaram variação positiva. No último período, destaque-se que, a despeito da redução do mercado brasileiro (-3,0%), as importações da origem investigada registraram avanço de 25,6%. Ao se considerar todo o período de análise, o mercado brasileiro revelou variação positiva de 25,9% em P5, comparativamente a P1. 202. A participação das importações totais em relação ao mercado brasileiro aumentou ao longo de todo o período de análise, com exceção de P2 para P3, principalmente devido ao aumento das importações da origem investigada. De P1 a P5, constatou-se um incremento de [RESTRITO] p.p. na participação das importações brasileiras totais em relação ao mercado brasileiro.

  3. As importações originárias da China representavam [RESTRITO]% das importações totais e [RESTRITO]% do mercado brasileiro de magnésio metálico em P1, alcançando, respectivamente [RESTRITO] % e [RESTRITO]% em P5. Considerando o período completo de análise de indícios de dano, ou seja, de P1 a P5, observou-se crescimento de [RESTRITO] p.p. da participação da origem investigada nas importações totais brasileiras e de [RESTRITO] p.p. da participação da origem investigada no mercado brasileiro de magnésio metálico. 204. Com relação à participação das importações de outras origens no mercado brasileiro ao longo do período em análise, houve redução de [RESTRITO] p.p. entre P1 e P2, aumento de [RESTRITO] p.p. de P2 para P3, seguido de aumento de [RESTRITO] p.p. de P3 para P4 e recuo de [RESTRITO] 3,7 p.p. de P4 para P5. O indicador de participação das importações de outras origens no mercado brasileiro apresentou contração de [RESTRITO] p.p., considerado P5 em relação a P1.

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