DOMRS 24/09/2026 - Diario Oficial dos Municipios do Rio Grande do Sul
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Rio Grande do Sul , 24 de Setembro de 2026 • Diário Oficial dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul • ANO XVIII | Nº 4422
| Transferências Correntes 47.464.008,66 |
45.638.469,87 81,67% |
48.323.454,55 | 44.677.750,13 81,63% |
49.719.615,07 | 44.200.556,75 | 81,80% |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Demais Receitas Primárias Correntes 2.378.965,20 |
2.287.466,54 4,09% |
2.518.513,79 | 2.328.507,57 4,25% |
2.666.343,23 | 2.370.369,43 | 4,39% |
| Receitas Primárias de Capital 1.446.651,09 |
1.391.010,67 2,49% |
1.529.468,35 | 1.414.079,47 2,58% |
1.617.115,34 | 1.437.609,65 | 2,66% |
| Despesa Total (Exceto Fontes RPPS) 58.085.382,84 |
55.851.329,65 99,94% |
60.797.205,13 | 56.210.433,74 102,70% |
64.658.649,23 | 57.481.303,72 | 106,38% |
| Despesas Primárias (Exceto Fontes RPPS) - II 57.106.482,73 |
54.910.079,55 98,26% |
59.752.312,25 | 55.244.371,53 100,94% |
63.544.171,15 | 56.490.536,77 | 104,54% |
| Despesas Primárias Correntes 50.890.981,35 |
48.933.635,92 87,57% |
54.477.552,17 | 50.367.559,33 92,03% |
58.747.900,30 | 52.226.669,44 | 96,65% |
| Pessoal e Encargos Sociais 25.735.984,45 |
24.746.138,90 44,28% |
28.681.344,51 | 26.517.515,26 48,45% |
32.217.852,01 | 28.641.553,12 | 53,00% |
| Outras Despesas Correntes 25.154.996,90 |
24.187.497,02 43,28% |
25.796.207,67 | 23.850.044,07 43,58% |
26.530.048,28 | 23.585.116,32 | 43,65% |
| Despesas Primárias de Capital 5.060.274,12 |
4.865.648,20 8,71% |
3.719.054,04 | 3.438.474,52 6,28% |
3.167.410,51 | 2.815.816,41 | 5,21% |
| Pagamento de Restos a Pagar de Despesas Primárias 1.155.227,25 |
1.110.795,44 1,99% |
1.555.706,04 | 1.438.337,68 2,63% |
1.628.860,34 | 1.448.050,91 | 2,68% |
| Receita Total (Com Fontes RPPS) 0,00 |
0,00 0,00% |
0,00 | 0,00 0,00% |
0,00 | 0,00 | 0,00% |
| Receitas Primárias (Com Fontes RPPS) - III 0,00 |
0,00 0,00% |
0,00 | 0,00 0,00% |
0,00 | 0,00 | 0,00% |
| Despesa Total (Com Fontes RPPS) 0,00 |
0,00 0,00% |
0,00 | 0,00 0,00% |
0,00 | 0,00 | 0,00% |
| Despesas Primárias (Com Fontes RPPS) - IV 0,00 |
0,00 0,00% |
0,00 | 0,00 0,00% |
0,00 | 0,00 | 0,00% |
| Resultado Primário (SEM RPPS) - Acima da Linha (V) = (I – II) -72.141,60 |
7.856.026,32 -0,12% |
-1.710.394,38 | -1.581.355,75 -2,89% |
-3.991.126,91 | -3.548.097,29 | -6,57% |
| Resultado Primário (COM RPPS) - Acima da Linha (VI) = V + (III –IV) -72.141,60 |
7.856.026,32 -0,12% |
-1.710.394,38 | -1.581.355,75 -2,89% |
-3.991.126,91 | -3.548.097,29 | -6,57% |
| Juros, Encargos e Variações Monetárias Ativos (Exceto RPPS) 2.530.091,68 |
2.432.780,46 4,35% |
2.683.921,25 | 2.481.436,07 4,53% |
716.563,40 | 637.022,25 | 1,18% |
| Juros, Encargos e Variações Monetárias Passivos (Exceto RPPS) 536.735,49 |
516.091,82 0,92% |
585.041,68 | 540.903,92 0,99% |
636.232,83 | 565.608,67 | 1,05% |
| Dívida Pública Consolidada (DC) 2.495.370,60 |
2.399.394,81 4,29% |
2.365.741,00 | 2.187.260,54 4,00% |
2.322.531,13 | 2.064.721,72 | 3,82% |
| Dívida Consolidada Líquida (DCL) -11.853.917,85 |
-11.397.997,93 -20,40% |
-12.055.067,91 | -11.145.587,93 -20,36% |
-12.000.834,65 | -10.668.698,31 | -19,74% |
| Resultado Nominal (SEM RPPS) - Abaixo da linha -239.600,35 |
-230.384,95 -0,41% |
201.150,06 | 185.974,54 0,34% |
-54.233,26 | -48.213,17 | -0,09% |
FONTE: Sistema de Contabilidade Publica Municipal NOTA 1 : A elaboração desse demonstrativo seguiu a disponibilidade de caixa e haveres financeiros do RPPS |
metodologia de cálculo disposta no item 03.06.00 - Anexo 6 da Part no cálculo do Resultado Primário abaixo da linha. |
e III do MDF. Portanto, | não foram consideradas as receitas e despesas com as fontes do RPPS | no cálculo do Resultado | Primário acima da linha. Também n | ão devem ser consideradas as dívidas, |
| NOTA 2: Conforme consta napágina 84 da 15ª Edição Nota 3: foi considerada aprojeção da Receita Corrente |
do Manual dos Demonstrativos Fiscais, não se aplica nesse demonstr Líquida ajustadapara cálculo dos limites de endividamento, ou seja, a |
ativo a necessidade de eq pós a exclusão dos valor |
uilíbrio entre receitas e despesas exigidopara a Lei Orçamentária Anual es de transferências obrigatórias da União relativas às emendas individu |
. ais, conforme disciplina o |
§ 1º, art. 166-A da CF. | |
| Nota 4: Destaca-se que a meta de Resultado Nominal d do Anexo 6 do RREO. Assim, para fins de atendimento Parte III - Relatório Resumido da Execução Orçamentá Caso o ente federativo não possua dívida consolidada, anterior em relação ao apurado em 31 de dezembro do Premissas e Metodologia Utilizadas: |
este demonstrativo do Anexo de Metas Fiscais (AMF) deve ser elabo ao disposto no §1º do art. 4º da LRF, os cálculos da meta e das proj ria – RREO. Pela metodologia abaixo da linha, o resultado nominal re ou seja, sua DC seja igual a zero, o resultado nominal abaixo da linha exercício de referência. (conforme consta napágina 87 do MDF 15º E |
rada conforme a metodo eções do resultado nomin presenta a diferença entr será calculado apenas co dição) |
logia abaixo da linha e, quando da avaliação do exercício, deve ser com al devem seguir o critério de apuração abaixo da linha, observando a m e o saldo da dívida consolidada líquida (DCL) em 31 de dezembro do e m base na variação dos estoques de disponibilidades financeiras do ent |
parada com o valor apur etodologia utilizada para xercício anterior em relaç e, ou seja, representará a |
ado na linha: "RESULTADO NOMIN o cálculo do resultado nominal estab ão ao saldo da DCL apurado em 31 d diferença entre o saldo das ―DEDUÇÕ |
AL (SEM RPPS) - Abaixo da Linha" elecida no item 03.06.00 - Anexo 6 da e dezembro do exercício de referência. ES‖ em 31 de dezembro do exercício |
1 - Os parâmetros macroeconômicos utilizados na elaboração das estimativas constantes no Anexo de Metas Fiscais são relacionados na Tabela 01. Os números estão apresentados de duas formas. Em moeda corrente e em valores constantes (sem inflação). Esses indicadores foram utilizados na composição da estimativa de receita que considerou a média de arrecadação, em cada fonte, tomando por base as receitas arrecadadas nos últimos três exercícios (2023, 2024 e 2025) e os valores reestimados para o exercício atual (2026), além das premissas consideradas como verdadeiras e relacionadas, por exemplo, ao índice de inflação, crescimento do PIB, atualização da plantade valores do IPTU, ampliação do perímetro urbano da cidade, políticas de combate à evasão e à sonegação fiscal, comportamento das receitas oriundas de transferências daUnião e do Estado, dentre outros.
- 2 - Em relação às despesas correntes, foram considerados os parâmetros de inflação, crescimento vegetativo e aumento real, quando cabível, das despesas decusteio. Quanto aos investimentos, além dainflação, considerou-se a estimativa de crescimento real dessas despesas em nível que viabilize a sua expansão a fim de garantir, precipuamente, a conclusão dos projetos em andamento demonstrados no Anexo IV. Asseguraram-se, ainda, os recursos para pagamento das obrigações decorrentes de juros e amortização dadívida pública.
3 – No tocanteàs despesas com pessoal, em específico, foi considerado o provável efeito da revisão geral anual prevista na Constituição, o crescimento vegetativo da folha salarial e eventual aumento acima dos níveis inflacionários. As Tabelas 03 e 04 demonstram, respectivamente, as projeções paraa Receita Corrente Líquidae Limites para os Gastos com Pessoal dos Poderes Executivo e Legislativo. 4 - Considera-se o PIB e o IPCA como as principais variáveis para explicar o crescimento nominal das receitas, visto queboaparte das receitas tributárias e não tributárias, bem como as transferências constitucionais e legais acompanham o ritmo das atividades econômicas de âmbito nacional.
5 - Outro ponto importante a ser destacado é que a receita do Município, conforme estabelece o § 3º, do art. 1º da Lei Complementar nº 101/2000, compreende as receitas de todos os órgãos da Administração Pública Municipal, inclusive as receitas intraorçamentárias. 6 - Em relação ao cálculo do Resultado Primário e do Resultado Nominal, considerou a metodologia estabelecida na Portaria STN nº 2.057/2025. Os resultados primários previstos para os três exercícios são considerados suficientes para manutenção do equilíbrio fiscal. Cabe ponderar que, nos termos do art. 2º da LDO, o resultado primário poderá ser revisto por ocasião da elaboração da Lei Orçamentária Anual ou duranteo exercício de 2027. O resultado nominal reflete a variação do endividamento fiscal líquido entre as datas referidas.
-
7 - Na estimativa do montante dadívida consolidada, utilizou-se, como parâmetro de correção a previsão da média anual para a taxa de juros SELIC. 8 - Já na apuração do montante da dívida líquida, os valores das Disponibilidades Financeiras foram calculados levando-se em consideração o provável saldo existente em 31/12/2026, projetando-se os valores futuros com base nos percentuais médios dos valores realizados no ano anterior.
-
9 - A tabela 02 evidencia o detalhamento das projeções da receita e despesa que serviram de base para os dados apresentados neste demonstrativo.
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10 - Em relação ao estoque da dívida, esse corresponde à posição em dezembro de cada exercício, considerando a previsão das amortizações e das liberações a serem realizadas no respectivo período, estando os valores evidenciados na Tabela 05.
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