Dia Oficial

Diário Oficial dos Municípios do Rio Grande do Sul · 16/10/2026 · pág. 265

DOMRS 16/10/2026 - Diario Oficial dos Municipios do Rio Grande do Sul

Baixar página em PDF · Criar alerta deste tema

O visualizador interativo precisa de JavaScript — baixe a página original em PDF.

TEXTO OFICIAL · ÍNTEGRA

Rio Grande do Sul , 16 de Outubro de 2026 • Diário Oficial dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul • ANO XVIII | Nº 4437

7.7 Simulado

O segredo para o sucesso é a dedicação ao estudo e o foco no objetivo no qual se pretende chegar, mas também, de ajudar na formação de caráter desses(a) estudantes, ou seja, formar cidadãos(ãs) que tenham conhecimento de seus direitos e deveres. Os simulados são grandes aliados que ajudam os estudantes a perceberem quais são seus pontos fortes e pontos de melhoria, além, é claro, de prepará-los, psicologicamente, para uma prova desafiadora, com bastante leitura e que exige máxima concentração. A dinâmica dos simulados estabelece uma rotina de constante estudo e preparação, que contribuem para o aumento do nível de aprendizado, e excelência no ensino oferecido, que consequentemente aumenta cada vez mais o desempenho escolar dos(as) estudantes. É com esse olhar que os estudantes devem enxergar os simulados.

O resultado deve ser uma amostra daquilo que se deve aprofundar, onde deve ser dedicada maior atenção. Também é necessário traçar estratégias para controlar o tempo e o nervosismo. Descobrir as dificuldades enquanto se faz o simulado é mais vantajoso do que as descobrir quando se está fazendo uma avaliação externa, havendo tempo hábil de redefinir metas e estratégias. Além disso, é importante para ajudar o estudante a familiarizar-se com o tipo de prova, o tempo que se deve dedicar a cada questão, quais questões devem ser respondidas primeiro e quais devem ser deixadas por último. Já no que concerne à quantidade de questões: Deve -se adotar os mesmos moldes das avaliações externas.

Quanto às regras: As regras a serem seguidas também devem estar em consonância com as aplicadas pelas avaliações externas, a saber:

8. Rotinas de Gestão – Monitoramento – Anos Finais:

8.1 Indicadores e Metas

Os indicadores servem para medir os resultados educacionais, com base nas metas planejadas e pactuadas, contidas no Plano de Ação da Escola, oriundas do Plano de Ação da SME-Triunfo. É função de TODOS(AS) os agentes monitorar esses indicadores, cada um dentro de sua área e o(a) gestor(a) monitorar os resultados da escola como um todo.

Em uma Unidade Escolar com Tempo Integral deve ser garantido aos(às) estudantes que estejam presentes, permanentes, motivados e conscientes; a equipe escolar deve estar alinhada, preparada, comprometida e motivada; a comunidade envolvida e corresponsável; os parceiros participativos e; a Secretaria Municipal de Educação apoiadora, presente e atuante no planejamento, execução, avaliação e revisão dos seus processos e procedimentos.

ATORES CONDIÇÕES
Estudantes Presentes,permanentes, motivados e conscientes
Equipe escolar Alinhada,preparada, comprometida e motivada
Comunidade Envolvida e corresponsável
Parceiros Participativos
Secretaria Municipal de Educação Apoiadora, presente e atuante no planejamento, execução, avaliação e revisão dos seus processos e
procedimentos

A comunidade escolar é corresponsável por esse fluxo, os resultados são o que a movimenta, por isso, é função de todos realizar o monitoramento, onde o gestor(a) é o(a) ―maestro(a)‖ que rege essa sinfonia, e para que haja afinação (alinhamento), cada um(a) deve compreender sua função e a importância dela nessa engrenagem, por isso, é tão essencial a compreensão da macroestrutura e a formação continuada fazer parte da rotina.

8.2 Ciclo de Acompanhamento formativo

A SME monitora os resultados de diferentes formas, um bom exemplo disso, são os ciclos de acompanhamento formativos, que em conjunto com a escola, os resultados são coletados, analisados e revisados, e por meio do diálogo é produzido em um ambiente formativo harmônico, capaz de construir valores, neles busca-se identificar, valorizar e tornar referência os êxitos alcançados, as formas e as ferramentas, e identificar e solucionar problemas de forma cooperativa.

Os(As) Coordenadores(as) Pedagógicos analisam os instrumentos disponibilizados pela escola previamente, em seguida, conversam com a equipe escolar, perpassando os indicadores da escola com vistas a reconhecer pontos positivos e construir recomendações de melhoria ou de atenção em fragilidades identificadas. Posteriormente, a equipe escolar fará formação com os professores para análise dos resultados e planejamento de ações para sanar as defasagens apresentadas nos resultados. O desenvolvimento do Ciclo em Rede na escola se dá a partir da seguinte pauta:

O relatório deixado na escola deve ser apresentado à toda equipe escolar, por meio da qual os pontos de atenção e melhoria devem ser discutidos e as recomendações colocadas em práticas para os ajustes necessários, a fim de corrigir os problemas detectados em busca do ciclo de melhoria contínua.

9. Planejamento estratégico – Educação Básica

O planejamento é, indiscutivelmente, essencial para qualquer atividade, não é diferente nas Escolas Integrais. É importante que toda equipe escolar compreenda a necessidade de que o Planejamento não se resuma apenas a repasse de informações, mas que seja também um ambiente formativo, gerador de novas ideias e práticas. Para tanto, é necessário que a Coordenação Pedagógica esteja alinhada e focada na Formação Continuada, levantando em consideração os Fatores Críticos de Apoio, Competências e Habilidades a Desenvolver, com o objetivo de fortalecer as vivências e o planejamento estratégico da escola.

É no Planejamento que os professores dão início ao acompanhamento (fluxo) dos estudantes. Essa é uma tarefa que materializa as ações, estratégias educacionais e a pedagogia da presença. Por conseguinte, os Conselhos de Classe configuram-se em um espaço próprio para apresentação dos resultados e encaminhamentos de novas estratégias coletivas, analisando sempre as especificidades de cada estudante, as quais já vêm sendo analisadas nos planejamentos mensais.

9.1 Conselho escolar

O Conselho de Escola é um colegiado representativo que envolve todos os segmentos da comunidade escolar, é um espaço de diálogo, construção e compartilhamento de ideias e tem poder de decisão sobre as ações escolares. Eles são constituídos por pais/mães ou responsáveis, representantes de alunos(as), professores(as), funcionários(as), membros da comunidade e membros da administração da escola. Esse órgão age em três campos de ação indistintamente: pedagógico e administrativo, conforme Lei Municipal nº. 1823, de 23 de outubro de 2003.

9.2 PPP – Projeto Político-Pedagógico

www.diariomunicipal.com.br/famurs 265