DOCSP 06/11/2026 - Diario Oficial da Cidade de Sao Paulo - Edicao 285
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TEXTO OFICIAL · ÍNTEGRA
sexta-feira, 06 de novembro de 2026
182 – São Paulo, 71 (285)
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Getulio Vargas lançou, no ano passado, com o Instituto de Desenvolvimento Econômico, o primeiro indicador do grau de industrialização da construção civil brasileira, e já houve um aumento de 2005 a 2023. É um processo. De fato, a construção sempre foi fruto de mão de obra desqualificada; hoje não é mais. Então as empresas estão partindo para a industrialização, o que vai gerar menos desperdício ainda. Eu sou construtor, já fiz mais de 120 prédios. Não se sustenta: se a gente tivesse uma perda de 40%, não existiria margem para suportar uma coisa dessas.
Mas a minha pergunta, exatamente para o dia de hoje, é a seguinte: nós tivemos reunião com a Ecourbis, onde vão ser implementados os ecoparques. E, nessa reunião, nós tínhamos biólogos, engenheiros, ambientalistas — nós temos um grupo muito responsável, que está preocupado com os incineradores nesses espaços: Perus, Santo Amaro e São Mateus. Então, acho que a pergunta seria mais para esse comitê de resíduos sólidos, que eu fiquei sabendo hoje. Mas eu gostaria de saber se, conforme nos chegou a informação, na Europa e nos Estados Unidos, onde esses incineradores estavam sendo utilizados, eles suspenderam para fazer a compostagem. Então eu queria saber como a gente pode tratar dessa questão antes dessa implementação. Obrigada. Era isso.
pode contar com a gente, comigo pessoalmente. Eu tenho um carinho especial muito grande por vocês. Um abraço.
LILIANE NEIVA ARRUDA LIMA (Presidente): Obrigada, Azzoni.
ALESSANDRO BENDER (SECLIMA): Quero cumprimentar o Azzoni também. Estamos fazendo uma pesquisa muito legal. Depois eu quero contato com você, porque você está fazendo uma pesquisa na academia e eu também estou fazendo; a gente precisa trocar, tá bom? Depois a gente se fala. Grande abraço, muito obrigado.
Agora, é claro que, quando eu falo 8%, pode ter obra com 50%, pode ter obra com 2%; estou falando da média do setor como um todo. 80% do mercado brasileiro é classe C, é Minha Casa, Minha Vida, e a gente tem 90% dessas obras com sistema estrutural de paredes de concreto, com formas metálicas. Então a gente tem bastante dado que embasa isso. E o SECOVI não tem interesse nenhum em florear os dados, sabe? Embora possam ocorrer situações específicas. Considerando a indústria formal, a construção é realmente qualificada; ela tem metodologia de trabalho e tudo mais. Só que a imensa maioria da produção da construção do país é informal.
LILIANE NEIVA ARRUDA LIMA (Presidente): Obrigada, Azzoni. Agora, Luis Villaça, por gentileza.
ALESSANDRO BENDER (SECLIMA): Oi, Maria do Carmo, tudo bom? Eu acho que o melhor caminho é eu conversar com o comitê de resíduos sólidos. Se você quiser me passar as informações por escrito, eu posso fazer esse meio de campo com o pessoal [inaudível], porque a gente faz parte também do comitê. Então, se você quiser encaminhar para a Lili, manda para ela e eu faço isso para você, tá bom? Obrigado, querida.
A gente não te escuta, Luis. Não sei se o áudio não está funcionando; aqui não está saindo. [...] Quer colocar no chat, Villaça, por gentileza? E, enquanto isso, a Ludmila lê a parte do seu José Ramos e dá só uma ênfase, por favor, porque ele quer saber do Plano Diretor Estratégico.
LUDMILA MELLO DE AMORIM (SECLIMA): Eu acho que o Alessandro também já tinha comentado isso na última fala dele, agora, sobre o PDE. A gente também já está de olho no próximo processo de revisão, para poder entender como a gente vai integrar a questão do Plano de Ação Climática, justamente pensando nas preocupações de justiça climática, de ações mais territoriais, mais locais. A gente já está em diálogo próximo com o pessoal da SMUL, para poder participar disso e integrar os planos também.
MARIA DO CARMO FERREIRA LOTFI: O Carlos, de Santo Amaro, está providenciando esse documento, tá bom? Muito obrigada, viu?
ALESSANDRO BENDER (SECLIMA): É muito motivado pela construção informal. Isso tem que ser levado em conta no final das contas, no impacto.
LILIANE NEIVA ARRUDA LIMA (Presidente): Obrigada, Maria do Carmo. Agora, Alessandro Azzoni, por gentileza.
MARCOS ANTÔNIO SANTOS ROMANO: Então, não vamos discutir isso agora. Esse dado é de 2025, mas é só a gente ver a realidade das obras. E a industrialização está chegando, mas está muito longe de chegar. Mas enfim, a gente não está aqui para discutir isso.
ALESSANDRO LUIZ OLIVEIRA AZZONI: Bom dia a todos, um prazer estar aqui. Sempre preciso nas informações. O plano ficou muito bem ajustado. Eu entendo a questão de serem muitas metas, mas ele precisava ser ajustado. Tanto que nós puxamos, na Comissão Especial, na segunda edição, justamente essa integração: que o Plano de Ação Climática, na próxima revisão do PDE, já esteja dentro do PDE, para não ficar uma coisa separada. Porque aí o Plano de Ação Climática passa a ser não só mais um instrumento, mas um programa da cidade. Quando você incorpora, agora, com essa base, com esse material e esse histórico que vocês vão ter, vai dar para fazer muito bem a inclusão quando tiver a revisão do PDE. Exatamente isso. Podem contar com a gente, lá da Associação Comercial; nós vamos estar com vocês.
LILIANE NEIVA ARRUDA LIMA (Presidente):Obrigada. Vamos aguardar aqui dois minutos para o Luis Villaça digitar no chat a pergunta dele, por favor. [...] Luis, a gente vai passar agora para a Gabriela, porque ela também está com horário, e você registra no chat a sua pergunta sobre o PlanClima; a gente responde por lá.
LILIANE NEIVA ARRUDA LIMA (Presidente): Obrigada. Devido ao horário, eu vou passar agora a palavra para a Maria do Carmo, o Alessandro Azzoni, e vou parar no Villaça. Flavio, se você quiser, coloque no chat, por gentileza, porque falta o PMEA para apresentar também. Senão a gente vai de novo perder a pauta.
Então, passamos agora para o segundo ponto do expediente: a apresentação do Plano de Ação 2025-2028 do PMEA São Paulo — “Conhecer é o primeiro passo, transformar é o compromisso” —, pela senhora Gabriela, nossa coordenadora da UMAPAZ. Por favor, Gabriela. E, Luis Villaça, pode continuar registrando aí os seus questionamentos.
MARIA DO CARMO FERREIRA LOTFI: Posso falar? Vocês estão me ouvindo? Liliane, posso falar?
LILIANE NEIVA ARRUDA LIMA (Presidente): Sim, Maria do Carmo, pode falar.
Um outro fato — eu já falei até com a Lili, num evento que eu tive —: aqui na Associação Comercial, nós tivemos uma mudança muito grande. Em vez de ficar só com a cidade de São Paulo, nós podemos pegar o estado e a União. E o Andrea Matarazzo, que é o coordenador dos conselhos, incorporou o meio ambiente na política urbana e, a partir do ano que vem, vai deixar de ser política urbana e meio ambiente, para ser somente meio ambiente, porque ele acha que a importância do meio ambiente é muito maior. Então nós vamos estar com uma autonomia muito maior. E eu queria deixar a casa aberta para vocês: o que vocês precisarem da Associação Comercial, da FACESP e da Confederação das Associações Comerciais. Porque o que nós fazemos na cidade de São Paulo é um exemplo para as outras cidades; a gente pode usar isso na Confederação das Associações Comerciais do Brasil inteiro.
GABRIELA PINHEIRO LIMA CHABBOUH: Oi,MARIA DO CARMO FERREIRA LOTFI: Bom dia a todo mundo. Queria agradecer novamente esta oportunidade. Primeiro, dizer da importância dos conselhos, do trabalho dos conselhos na cidade de São Paulo, do envolvimento com a comunidade. Antes de fazer minha pergunta, gostaria só de informar três questões que envolvem a região Sul, onde eu represento a Sul 2 e o CADES Santo Amaro. Vocês têm acompanhado na televisão os cortes de árvores no Jardim Aeroporto, e o CADES tem feito um trabalho junto com a Secretaria do Verde, que também está nos apoiando, e a subprefeitura. Essa é uma questão. A segunda questão: o Eduardo, da Secretaria da Educação, presente na nossa reunião, nos ajudou a descobrir que as empresas que prestam serviços de limpeza nas escolas municipais são obrigadas a fornecer o material para a coleta seletiva, coisa que não está acontecendo, porque apenas 30% das escolas municipais fazem coleta seletiva. E eu fico feliz de saber que existe um plano que vai chegar até essas escolas. E a terceira questão é a criação do Parque Telefunken, em que estamos envolvidos também, junto com a subprefeitura.
pessoal, tudo bem? Vou tentar fazer uma apresentação breve, por conta do horário. Deixa eu ver onde está a apresentação... Está aqui, neste computador. Vai compartilhar.
A gente falou que são muitos planos municipais. Então, a gente tem mais um plano municipal, que é o Plano Municipal de Educação Ambiental. A gente tem muito orgulho desse trabalho: de ter juntado as secretarias para conversar, de ter sistematizado esse trabalho.
Então, o que é o Plano Municipal de Educação Ambiental? É um planejamento para um período de dez anos. Foi uma tentativa de sistematizar o que a gente queria para a cidade de São Paulo, para a Política Municipal de Educação Ambiental. O que é desafiador: é muito desafiador fazer um plano para a cidade, e não um plano para a Prefeitura. Quando a gente olha para as ações dos planos municipais, a maior parte deles está focada no que a Prefeitura vai fazer. Mas não adianta o plano focar só no que a Prefeitura vai fazer, porque o problema é um problema da cidade. A gente tem que pensar
Então eu queria parabenizar. Nós vamos ter muito trabalho agora, voltando. Peço desculpas aí pelo afastamento: eu tive a morte da minha mãe há duas semanas e me desestabilizei um pouco. Agora estou voltando, já com agenda, e nós vamos retomar de novo essa pauta. Mas contem comigo. A Lili já sabe:
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